quinta-feira, 29 de julho de 2010

SINDICATO: INSTRUMENTO DE LUTAS E CONQUISTAS DO TRABALHADOR

SINTRACOMP/RN - Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil do RN se transforma em modelo de gestão para outros sindicatos
O presidente Assis Pacheco consegue adotar uma nova mentalidade administrativa

Anchieta (vice) e A. Pacheco (presidente)
Assis Pacheco assumiu a presidência do Sintracomp/RN e, no momento, já em seu segundo mandato transformou, em matéria de organização administrativa, o Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil do RN de forma que conseguiu a aceitação e apoio dos trabalhadores sindicalizados e respeito da classe patronal.
Adotando uma gestão democrática e exigindo o cumprimento dos direitos e deveres por parte de todos, Pacheco foi, gradativamente, impondo a sua metodologia de trabalho e, automaticamente, trabalhando com metas a serem atingidas. Metas estas expressas e quantificadas através da conquista de aumentos salariais substanciais para a categoria, reformas na área de lazer com acesso por parte do trabalhador que interessar usar a estrutura, assistência médica e dentária, diálogo e respeito da classe patronal na mesa de negociações e outros avanços sociais em prol da classe trabalhadora na construção civil. "A minha função é defender o trabalhador. Fui eleito para isso. Ninguém melhor que eu para entender e saber os problemas e sentimentos da classe trabalhadora que represento. Pois, já passei e passo pelas mesmas dificuldades, enfrentadas pelos trabalhadores da construção civil, no dia a dia", destacou o presidente Assis Pacheco.
O excelente desempenho administrativo de Assis Pacheco, frente ao Sintracomp/RN, possui o slogan: Assis Pacheco - Experiência e Competência para administrar
Em abril de 2010, Assis Pacheco assumiu, também, a presidência da Central Força Sindical do RN. A sua pretensão é desenvolver ações que destaque a atuação da maior central sindical do Brasil no RN. "Vamos trabalhar para organizar e crescer a 'Força" e travar uma batalha contínua em favor da criação e manutenção de novos postos de trabalhos no RN", disse Pacheco.

sábado, 24 de julho de 2010

NOTA OFICIAL DA CENTRAL FORÇA SINDICAL NACIONAL

Nota Oficial

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A Força Sindical, que em março do próximo ano completa 20 anos de lutas, orgulha-se de ser uma central sindical fundada sob a marca do pluralismo político e partidário, recusando-se ao papel de correia de transmissão de partidos ou correntes políticas.Tal compromisso democrático é um pilar que sustenta a unidade e o crescimento da Força Sindical, que deverá ser preservado a qualquer custo. O pluralismo da Força Sindical não pode ser confundido com apoliticismo. Muitos dos nossos dirigentes e ativistas participaram e participarão, como candidatos e militantes políticos, de diferentes campanhas eleitorais, como no caso do apoio do nosso presidente licenciado, Paulo Pereira da Silva a Geraldo Alckmin na eleição presidencial de 2006.

Na semana passada, o lançamento de uma nota firmada por 5 centrais sindicais desencadeou um intenso debate na imprensa sobre a conveniência da presença ativa das organizações de trabalhadores debate eleitoral. Ao firmar a nota em questão, a Força Sindical estava preocupada com a manutenção da unidade de ação construída pelas centrais sindicais nos últimos anos e que resultou em benefícios à classe trabalhadora, sem qualquer objetivo de atingir a unidade da central e seu caráter pluralista, os princípios da direção coletiva e o necessário sistema de consulta aos dirigentes sobre temas políticos importantes.

Causou estranheza, em alguns setores, os termos utilizados na nota das centrais sindicais, que não são de uso corrente nos textos, documentos e declarações da Força Sindical, os quais primam pela defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores e pela constante melhoria das suas condições de vida e trabalho.

Com a presente nota queremos reafirmar o compromisso da central com o pluralismo político e nosso desejo de estabelecer relações construtivas com todas as candidaturas, partidos e correntes políticas que reconhecem os sindicatos e as centrais sindicais como legítimos representantes dos interesses dos trabalhadores brasileiros.

São Paulo, 21 de junho de 2010.

Miguel Eduardo Torres

Presidente

terça-feira, 20 de julho de 2010

LUTA CONTRA ROTATIVIDADE NOS POSTOS DE TRABALHOS

Patrão usa rotatividade para precarizar o trabalho

Por Miguel Eduardo Torres (pte. em exercício da Central Força Sindical nacional)

Foto: Marcos Bezerra

O movimento sindical precisa acordar para um grave problema que prejudica violentamente os trabalhadores brasileiros. Trata-se da rotatividade da mão de obra, expediente perverso usado pelos patrões para reduzir os custos relativos a salários e diminuir os benefícios consagrados nas convenções coletivas. Infelizmente, até agora, o assunto não tem recebido a devida consideração dos sindicatos. No ano passado, foram demitidos 15,1 milhões de pessoas ante 16,1 milhões contratadas. A taxa de substituição destes trabalhadores ultrapassou os 40%, segundo cálculos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Grande parte deste contingente foi posta na rua para rebaixar os rendimentos. Segundo o MTE, em 2006 as empresas contrataram trabalhadores com remuneração 20% inferior aos que foram desligados no mesmo ano. A situação é grave, preocupante.

O capital demite nesta quantidade e ritmo porque não há impedimento legal, apenas uma multa de 40%. Por isso, estamos convencidos que devemos pressionar o Congresso Nacional a ratificar a Convenção 158 da OIT, que impede as demissões sem motivo. Esta convenção chegou a vigorar no Brasil durante o governo Itamar Franco, porém foi derrubada por FHC por causa das pressões empresariais. Ao mesmo tempo, o movimento sindical precisa negociar com os patrões medidas que protejam os empregos e impeçam a substituição de um trabalhador por outro, com a finalidade de reduzir custos.

Podemos iniciar a luta neste segundo semestre, meses em que as grandes categorias profissionais deflagram suas campanhas salariais.

sábado, 17 de julho de 2010

ASSEMBLÉIA DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS DO RN: "O GOVERNO É CALOTEIRO"

Agentes penitenciários se revoltam contra o governo por não receber reajuste salarial. "O governo até agora, neste caso, tem sido caloteiro para conosco", disse Santiago pte. do sindicato da categoria. (Fotos: Marcos Bezerra)
A mobilização dos agentes penitenciários do RN atraiu a presença maciça da categoria .
Insatisfeitos com o não pagamento do reajuste salarial de 45%, elevando os seus salários de R$ 1.329,00 para R$ 2179,00, aprovado pela assembléia legislativa do RN, a classe trabalhadora do segmento de segurança penitenciária, por meio do sindicato dos agentes penitenciários do RN e apoiados pela Central Força Sindical, através da figura do presidente Assis Pacheco, em assembléia realizada na sede do Sinpol/RN, na avenida Rio Branco, promete parar, por decisão unânime, se o pagamento do reajuste salarial dos 45% não for efetuado pelo governo do estado até 30 de julho de 2010 já que o secretário de administração do estado, segundo informou o presidente Santiago da entidade dos agentes penitenciários, disse que o estado não possuía dinheiro para o pagamento do compromisso assumido determinado pela assembléia legislativa e que já estava no orçamento do estado.
Mas, um emissário, representando o governo do estado, na figura do capitão Desque, disse que o governador havia prometido efetuar o pagamento do reajuste salarial, referente ao mês de junho e julho até 30 de julho. E que o retroativo, abril e maio seria pago posteriormente. Os agentes aceitaram com a promessa de que entrarão em greve se não receberem até a data proposta pelo governo de Iberê Ferreira de Sousa.
O presidente da Central Força Sindical/RN, Assis Pacheco em seu discurso, destacou que o direito do trabalhador de receber os valores referentes ao reajuste do salário da categoria, autorizados na forma da lei, é legítimo e que o estado não tem legitimidade para negar, suprimir ou alterar qualquer valor monetário que venha gratificar e recompensar a força de trabalho executada pelas classes trabalhadoras que prestam serviços para o desenvolmento e organização do estado do RN.
Diante do temor por parte dos agentes penitenciários, de não receber o reajuste salarioalprometido para pagamento dia 30 de julho, o capitão Desque, representante do governo Iberê disse que se o pagamento não acontecesse ele jogaria a toalha e ficaria do lado da categoria.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

CONFERÊNCIA DA FORÇA SINDICAL NACIONAL EM NATAL

Visita do presidente da "Força" em Natal resulta em encontro para fortalecimento do sindicalismo. - (Fotos: Marcos Bezerra)
Presidente da Central Força Sindical/RN, Assis Pacheco quando falava à platéia Presidente nacional da Central Força Sindical, Miguel Eduardo Torres falando para os filiados da "Força/RN"
Geraldino da Central Força Sindical nacional em seu discurso aos presentesSerginho - secretário da "Força Sindical nacional"Platéia formada por presidenteS das entidades sindicais filiadas à Central Força Sindical/RN

Após chegar em Natal pela manhã e descansar, o presidente em exercício da Central Força Sindical nacional, Miguel Eduardo Torres, promoveu encontro, expediente vespertino, no anexo B do Praia Mar Hotel, em Ponta Negra, com os representantes de um número representativo de entidades sindicais filiadas à Central Força Sindical/RN, objetivando explicar os caminhos que deverão ser percorridos pelo sindicalismo brasileiro, em especial o potiguar, para sua manutençao e fortalecimento no presente e, principalmente, no futuro próximo. Destacou que o momento vivido pelo movimento sindical no Brasil é muito bom e que este nível atingido precisa ser mantido e melhorado na medida do possível. Fez referência ao trabalho do deputado federal Paulinho (PDT) que é o presidente nacional da Central Força Sindidcal e que a "Força" foi a Central Sindical que mais cresceu no Brasil nos últimos anos.
Vale destacar a presença do deputado estadual Álvaro Dia (PDT) e candidato a vice governador ao lado de Carlos eduardo Alves.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

PRESIDENTE EM EXERCÍCIO JÁ ESTÁ EM NATAL/RN

Presidente da Força Sindical pisa em solo potiguar
(Fotos e Vídeo: Marcos Bezerra)
Miguel Eduardo Torres - Presidente em exercício da Central Força Sindical nacionalRecepção concentrada da Força/RN para o presidente da Força nacional

O presidente da Central Força Sindical do RN, Assis Pacheco, organizou uma comitiva composta por representantes sindicais do RN e foi para o aeroporto Augusto Severo receber o presidente em exercício da Central Força Sindical nacioanal "Miguiel Eduardo Torres".
O ambiente, entre os que aguardavam a chegada Miguel Eduardo, antes do avião do pousar, era de total descontração e entendimento. Todos queriam recepcionar da melhor maneira possível o presidente visitante.
Às 10 e 45 h da manhã o avião chegou trazendo o presidente e sua comitiva composta por Serginho e Geraldino da executiva nacional da "Força". Miguel Eduardo Torres muito solícito e receptivo, após os cumprimentos formais, foi para o Hotel descansar um pouco para poder, logo mais, retomar os trabalhos da sua missão (interagir e planejar) ao RN.
Veja as fotos (Marcos Bezerra/Sec. Comunicação da Força RN):Serginho - executiva nacional da Central Força SindicalGeraldino - membro da executiva nacional da Central Força Sindical
Veja vídeo:
video

FORTALECIMENTO SINDICAL

Figura do novo presidente da Central dá robustez ao movimento sindical no RN

Com a posse de Assis Pacheco como presidente da Central Força Sindidcal/RN, atual presidente do Sintracomp/RN - Sindicato da Construção Cicil/RN, o movimento sindical no RN tende a crescer e se fortalecer em razão da competência e experiência administrativa, já comprovada frente ao Sintracomp/RN, do novo presidente que, por sua vez, possui uma capacidade extraordinária, segundo sua diretoria, de planejar e de trabalho em equipe.

sábado, 10 de julho de 2010

PRESIDENTE NACIONAL DA "FORÇA" EM NATAL

Presidente nacional da Central Força Sindical visitará o RN neste mês de julhoDia 14 de julho, o presidente nacional em exercício da Central Força Sindical, Miguel Eduardo Torres, em companhia dos secretários Geraldino e Serginho, da executiva nacional da entidade, estará pisando o solo potiguar com a finalidade de debater assuntos pertinentes ao desempenho futuro da Central Força Sindical do RN e conhecer pessoalmente a diretoria recém empossada da Força/RN comandada pelo presidente Assis Pacheco.
A expectativa é grande em torno da visita do presidente Miguel Eduardo Torres. O presidente Pacheco está providenciando uma caravana para recepcioná-lo no aeroporto, dando-le boas vindas.
(Crédito foto: Jaelcio Santana)

PROPOSTA DE UM SALÁRIO MÍNIMO MAIOR PARA 2011

Centrais vão pressionar por mínimo de R$ 570

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As centrais sindicais e as entidades de aposentados precisam urgentemente pressionar o Congresso Nacional para aprovar um aumento maior para o salário mínimo em 2011.

A idéia é sugerir aos parlamentares ligados ao movimento sindical a apresentação de emendas ao relatório da Lei de Diretrizes Orçamentárias do senador Tião Viana, que deverá ser votado no próximo dia 7. O objetivo é garantir aumento real para o mínimo e assim beneficiar os trabalhadores que ganham o piso, e também os aposentados.

Crédito foto: Jaelcio Santana

Estamos convencidos que há espaço para um reajuste mais substancial porque o país deverá ter um crescimento econômico expressivo este ano. O piso nacional hoje é de R$ 510,00, o senador propôs R$ 547,95 e o movimento sindical reivindica R$ 570,00, o que corresponde a um aumento de 11,76%.

Para calcular o novo valor para o mínimo, o Tião Viana levou em conta no seu relatório a reposição da inflação, estimada em torno de 5%, e a média dos PIBs de 2008 e 2009.

Como o PIB do ano passado foi negativo, defendemos o seu descarte e que seja usado o PIB de 2010, que deverá fechar perto de 7%. Com a nossa proposta o aumento real será de 6,7% para o piso nacional.

Mas a briga no Congresso promete ser muito difícil. Até o senador Tião Viana reconhece isso. Para passar a nossa proposta será preciso muita pressão sobre os políticos porque a oposição já demonstrou resistência à proposta menor que está no relatório do senador. É quase certo que os parlamentares dos partidos oposicionistas vão tentar derrubar a nossa proposta. Um salário digno é uma forma de distribuir renda.

(Transcrito do blog Central Força Sindical Nacional).

Miguel Eduardo Torres,
Presidente em exercício da Força Sindical

ENFIM, A PEC 300 FOI APROVADA

Após muita polêmica, a PEC 300 (Projeto de Emenda constitucional), que trata da um piso salarial nacional para a Polícia Militar em geral, foi finalmente aprovada

Escrito por Toninho Messias
08-Jul-2010

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No detalhe Toninho Messias (foto sem indicação de crédito)

Quatro meses após analisar o texto-base, a Câmara acaba de aprovar a PEC 300 em primeiro turno. Foram 349 votos favoráveis, nenhum contra e nenhuma abstenção. Pela proposta, não haverá valor do salário na Constituição. Além disso, o piso salarial e o fundo que vai garantir o benefício serão definidos em lei complementar, a ser enviada ao Congresso em até 180 dias após a promulgação da emenda. Sete deputados alagoanos compareceram e votaram a favor do projeto, Antonio Carlos Chamariz PTB Augusto Farias PTB , Benedito de Lira PP ,Carlos Alberto Canuto PSC , Francisco Tenorio PMN ,Joaquim Beltrão PMDB e Maurício Quintella Lessa PR .

Originalmente, a proposta previa o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares, de R$ 3,5 mil para praças e R$ 7 mil para oficiais. O deputado Paes de Lira (PTC-SP) chegou a apresentar uma questão de ordem para que a proposta original fosse a voto. Apresentada para beneficiar mais de 700 mil policiais e bombeiros, a PEC 300 colocou em saia justa os principais partidos políticos. Tanto o governo federal quanto os governos estaduais faziam restrições à proposta em razão do seu elevado impacto fiscal, estimado em mais de R$ 3,5 bilhões por ano.

"Rasgaram o regimento" - Líder do movimento pró-PEC 300, o deputado Capitão Assumção (PSB-ES) criticou o texto aprovado. “Eles rasgaram o regimento interno porque o que nós teríamos de votar hoje eram os quatro destaques do PT. Quero participar dessa questão de ordem do deputado Paes de Lira. Votamos a PEC 300, mas votamos um texto que foi redesenhado pelo governo. Um texto que não conta valor na Constituição, um texto que não fala que o fundo vai ser bancado pelo governo federal, um texto que exclui os aposentados e os pensionistas”, destacou.

O parlamentar capixaba chegou a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de mandado de segurança, para que a PEC fosse votada no plenário da Câmara. “Avanço foi porque nós conseguimos colocar o piso dos policiais e dos bombeiros na Constituição. Mas o que nós teríamos de estar votando aqui eram os quatro destaques do PT. Acredito que teremos de trabalhar cada vez mais para se organizar e tentar fazer com que o governo atenda nossas reivindicações. Elas vão continuar”, afirmou Assumção, lembrando que o piso dos professores e dos agentes comunitários de saúde, apesar de constar da Constituição, não foi definido.

Outro notório defensor da PEC, deputado Major Fábio (DEM-PB),
lamentou: “Construímos uma proposta que garantia um salário digno...
Mas os policiais foram vencidos pelo cansaço”.

Novo acordo - Contudo, houve quem comemorasse a decisão do plenário. “O que é possível votar é este texto”, rebateu Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), cumprimentou as lideranças e os deputados diretamente envolvidos na PEC 300. “Quero cumprimentar aos deputados que chegaram ao termo final, revelando o que é democracia”, discursou.

O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), destacou que tentará fazer um acordo para que o segundo turno da PEC seja votado antes das eleições. Para ser encaminhada ao Senado, a proposta terá de passar por mais um turno de votação na Câmara.

Fonte: Texto e foto copiados, em sua íntegra, do blog força sindical/SP

terça-feira, 6 de julho de 2010

SINDASP/RN, FILIADO À CENTRAL FORÇA SINDICAL/RN, COMEMORA VITÓRIA

Sindicato dos Agentes Penitenciários do RN (Sindasp/RN) festeja reajuste de 45% conseguidos com muita luta e persistência

Aprovado por unânimidade pela Assembléia Legislativa do RN, em março deste ano, os 922 agentes penitenciários, finalmente irão receber os 45% de reajuste salarial destinados à categoria. A informação foi passada pelo presidente do Sindasp/RN (Sindicato dos Agentes Penitenciários do RN), Carlos de Albuquerque Santiago Filho e, segundo o mesmo, confirmada pelo secretário estadual de Justiça e Cidadania, Leonardo Arruda Câmara. Dessa forma, os rendimentos da classe vão passar de R$ 1.329,00 (Um mil, trezentos e vinte e nove reais) para R$ 2,176,00 (dois mil, cento e setenta e seis reais).
De acordo com as declarações de Carlos Santiago, presidente do Sindasp/RN, o salário dos agentes penitenciários é formado pelo piso de R$ 510,00 que passa para R$ 739,50 associada a uma gratificação de atividade penitenciária (Geap) de R$ 590,00 que aumenta para R$ 855,00 e mais a Gratificação de Risco de Vida (GRV) de R$ 400,00 passando agora para R$ 580,00.
"O Sindasp/RN é um instrumento de lutas da nossa categoria. O nosso sindicato lutou, nunca desistiu um só momento, se mobilizou por diversas vezes indo à assembléia legislativa do RN e chegou até a impetrar uma ação judicial para obrigar o estado a pagar os valores auatorizados por lei à nossa classe trabalhora. Mas, graças à nossa luta e o reconhecimento do governo, nós vamos, finalmente, receber os nossos salários reajustados. O processo referente ao caso já se encontra na Coordenadoria da Folha de Pagamento do Estado (Copag)", disse Carlos de Albuquerque Santiago Filho (Presidente do Sindasp/RN).

sexta-feira, 2 de julho de 2010

CENTRAL FORÇA SINDICAL/RN FAZ REUNIÃO DE PLANEJAMENTO

Presidente da Central reune filiados para traçar plano de trabalhosNesta quinta-feira, 01.07, Assis Pacheco, presidente da Central Força Sindical/RN, convocou reunião extraordinária com os filiados da Força Sindical com o 0bjetivo de traçar um planejamento de trabalhos que a entidade irá desenvolver com foco no fortalecimento do sindicalismo e da classe trabalhadora no RN.
O grande destaque na mesa de debates foi a presença da companheira Maria José da executiva nacional da "Força".
O presidente Pacheco abriu os trabalhos pedindo empenho de cada um que assumiu pasta de secretaria da entidade sindical "Central Força Sindical" dizendo que é necessário que cada secretário faça um projeto de execução de suas tarefas, até o final do ano, com prestação de contas das ações ao presidente há cada dois meses.
A rodada de debates, na mesa de reunião, girou com todos, juntamente com o presidente Assis Pacheco, deliberando a respeito dos assuntos pertinentes aos problemas, soluções e planejamento da Central Força Sindical.
Maria José, da executiva nacional da "Força" disse estará sempre por perto para ajudar no que for preciso e destacou a importância do trabalho em conjunto e ter sempre plano de ação para desenvolver com outras Centrais Sindicais.
Segue abaixo os nomes de alguns sindicatos filiados à Central Força Sindical:
- Central Força Sindical: Secretário de Finanças = José Antônio de Sousa "Beato"
- Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Bebidas do RN: presiente = Mairlon Magno de Oliveira
- Sindicato dos Músicos/RN: presidente = Ricardo Antão
- Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado do RN: presidente = Carlos Santiago Filho
- Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Cerâmica/RN
- Sintidarn: presidente = Givanildo Marques da Silva
- Sindicato dos Trabalhadores em Bares e Atividades Similares do RN: presidente =
- Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis do Estado do RN: presidente = Sena
- Sintigel/RN: presidente = Francisco Sena
-Sindicato dos Profissionais de Enfermagem do RN: presidente =
- Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e idosos da Força Sindical
- Senalba/RN. (Fotos: Marcos Bezerra)